Virgínia Rodrigues

Virgínia Rodrigues

4 discos · 1997 a 2008

Biografia

Cantora de coros de igrejas católicas e protestantes, em 1997 foi convidada pelo diretor de teatro Márcio Meireles para participar da peça “Bye bye Pelô”, ao lado do Bando de Teatro Olodum. Durante os ensaios, foi observada pelo compositor Caetano Veloso, que decidiu apostar na voz da cantora. Nesse mesmo ano, gravou seu primeiro CD, “Sol negro”, produzido por Celso Fonseca, com arranjos de Eduardo Souto Neto e a participação de Djavan, Gilberto Gil e Milton Nascimento. O disco foi bem recebido nos Estados Unidos e na Europa e a cantora recebeu elogios dos jornais “The New York Times” e “Le Monde” e da revista “Rolling Stone”. O jornal “The New York Times” a descreveu como “uma das mais impressionantes cantoras que surgiu no Brasil nos últimos anos”. Em um ano, realizou duas turnês pelos EUA, shows na Europa e foi entrevistada por David Byrne, ao vivo, na televisão americana. Nos Estados Unidos, Europa e Japão, “Sol negro” foi lançado pela Rykodisc, gravadora de Cris Blackwell.

Em 2000, gravou o CD “Nós”, no qual homenageia os blocos afro de Salvador. Seu canto entoa músicas do Ilê Aiyê, Olodum, Timbalada, Araketu e Afreketê. Gravou a faixa “Hino do Senhor do Bonfim” (João Antônio Wanderley), música que fechava o disco “Tropicália ou panis et circensis”, no disco “Tropicália 30 anos”, lançado pela Natasha Records.

Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

Discografia

Equipe

Quem mais fez os discos. Clique para ver tudo que a pessoa gravou no acervo.